Ligações Químicas

Ligações Químicas

Regra do octeto: Essa regra foi atribuída aos "gases nobres" nos quais possuem 8 elétrons na camada de valência (última camada). O nome "gases nobres" se deu devido a esses gases serem inertes, ou seja, não formam ligações químicas com outros átomos. Então lançou-se a hipótese de que os átomos, ao se unirem, procuram ganhar ou perder elétrons na última camada até atingirem a configuração de um gás nobre.


Ligação iônica ou eletrovalente: Ao perder elétrons um átomo adquire carga positiva e é chamado de cátion. Já ao ganhar elétrons adquire carga negativa, tornando-se ânion. Esses íons com cargas opostas se atraem eletrostaticamente, formando o que se chama de ligação iônica.


Ligação covalente simples: Para entender esse tipo de ligação, vamos analisar, antes, o gás cloro (Cl2).
Sua estabilidade é atingida ao se unir, por exemplo, a outro átomo de cloro. Aproximando-se de outro átomo de cloro, os dois podem compartilhar um par de elétrons. O par de elétrons passa, então, a “pertencer” simultaneamente aos dois átomos. A atração dos núcleos sobre esse par de elétrons compartilhados é que mantém os átomos unidos. Esse compartilhamento é chamado Ligação covalente, um tipo de ligação que ocorre sempre entre átomos ametálicos, pois eles são muito eletronegativos e quase nunca doam seus elétrons. Nesse caso, ocorreu ligação entre dois átomos de um mesmo elemento químico (Cl) e formou-se uma molécula (Cl2).

Veja as fórmulas estrutural e molecular abaixo, respectivamente:

Cl─Cl é Cl2


Ligações covalente dativas ou coordenadas: Esse tipo de ligação obedece a Teoria do Octeto, onde átomos se unem tentando adquirir elétrons na camada de valência e conseguir estabilidade.
Ex:                                                



Ligações Metálicas: Os metais são elementos que têm tendência a perder elétrons. Uma teoria que explica de forma satisfatória a ligação metálica e as consequentes propriedades dos metais é a teoria da nuvem eletrônica.

A nuvem de elétrons livre é responsável também pela boa condução elétrica dos metais. Quando elétrons são adicionados em uma extremidade do metal, outros elétrons podem ser retirados da outra extremidade.





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